MANUEL ALEGRE - 3
Mais uma vez o candidato às eleições presidenciais foi notícia. Não por acusar Cavaco Silva de se esquivar ao diálogo, não por se queixar da opção (?) do seu partido de 30 anos, mas, imagine-se, porque, no seu pleno direito, faltou aos debates e à votação final do Orçamento 2006.
Com toda a verticalidade que se lhe reconhece, explicou aos repórteres "curiosos", preto no branco e sem margem para dúvidas, aquilo que qualquer pessoa inteligente teria deduzido sem ser necessário fazer perguntas.
Nessas breves palavras, reproduzidas pelas várias TVs, Manuel Alegre não feriu minimamente o Partido Socialista, antes pelo contrário, pelo que consideramos exagerado (mesmo despropositado) o comentário feito por Mesquita Machado. Já os comentários de Jerónimo de Sousa e Francisco Louçã são facilmente "entendíveis" (!).
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