GEORGE BUSH
Após a divulgação dos últimos dados sobre a morte de mais de 2.000 americanos no Iraque, depois da nomeação (de 2ª escolha) de Samuel Alito, um jurista conservador, para Presidente do Supremo Tribunal após a "bronca" da nomeação e desistência de nomeação de Harriet Miers, uma conselheira de longa data de G. Bush, finalmente depois da acusação de obstrução à justiça e perjúrio a Lewis Libby, chefe de Gabinete do Vice-Presidente, por alegadamente ter divulgado a identidade da ex-agente da CIA Valerie Plame, no caso em que o marido, embaixador Joe Wilson, denunciou a falsidade das alegações que davam como certas as notícias da venda de urânio enriquecido ao Iraque por parte do Níger, temos George Bush na Argentina.
A fazer o quê? - Boa pergunta a que nem ele saberá responder. Para já desendadeou fortes manifestações que obrigaram um dispositivo reforçado das forças policiais argentinas mas, mesmo assim, com cenas dramáticas que as televisões transmitiram.
Amanhã seguirá para Brasília onde será hóspede do Presidente Lula da Silva, o antigo operário, em crise profunda com o partido (e com o Brasil?) . Talvez durante o encontro seja clarificado se as últimas eleições brasileiras tiveram ou não o contributo de milhões de Fidel Castro como os noticiários internacionais propalaram. Entretanto, para não ser excepção, mais manifestações são esperadas e, no regresso a casa, terá ocasião de ver como está o movimento americano que já pede a sua demissão.
1 Comments:
Tipo querido por certo.
4:49 PM
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